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O único necessário

O único necessário
Dois anos antes de sua morte, o grande educador Comenius escreveu esta obra única e de um profundo ensinamento, cuja validade ultrapassa as fronteiras do tempo. Mais atual do que nunca, “O único necessário” parece ter sido escrito para o homem contemporâneo, bombardeado por informações, dividido entre múltiplos papéis e funções, desorientado como se estivesse perdido em um labirinto.
Ao passar em revista, pela última vez, o mundo de sua época, que considera repleto de “labirintos”, Comenius vai ao cerne da questão: tudo o que se afasta do “UM” acaba em dissonância e desarmonia. A Política tornou-se um labirinto, a Ciência, outro, e a Religião o pior de todos.
Cada qual tece o seu próprio labirinto com suas escolhas, enredando-se cada vez mais na teia de sua vida. E muitos vagueiam por vários labirintos ao mesmo tempo. Como encontrar a saída?
Praticando o autoconhecimento e concentrando-se no que é essencial e verdadeiro. Para livrar-se da multiplicidade, é preciso voltar a ser simples e saber distinguir o necessário do útil e do supérfluo. Ninguém melhor do que o autor da Didactica Magna para nos ensinar isso.
Mais que um manual, trata-se do testamento espiritual de um sábio e homem de Deus, escrito com a tinta indelével do ensinamento universal, para todos os que buscam a verdade.

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Catavento
Cultura
Saraiva

 

Dimensões 14 x 21 cm
legenda

O único necessário
Dois anos antes de sua morte, o grande educador Comenius escreveu esta obra única e de um profundo ensinamento, cuja validade ultrapassa as fronteiras do tempo. Mais atual do que nunca, “O único necessário” parece ter sido escrito para o homem contemporâneo, bombardeado por informações, dividido entre múltiplos papéis e funções, desorientado como se estivesse perdido em um labirinto.
Ao passar em revista, pela última vez, o mundo de sua época, que considera repleto de “labirintos”, Comenius vai ao cerne da questão: tudo o que se afasta do “UM” acaba em dissonância e desarmonia. A Política tornou-se um labirinto, a Ciência, outro, e a Religião o pior de todos.
Cada qual tece o seu próprio labirinto com suas escolhas, enredando-se cada vez mais na teia de sua vida. E muitos vagueiam por vários labirintos ao mesmo tempo. Como encontrar a saída?
Praticando o autoconhecimento e concentrando-se no que é essencial e verdadeiro. Para livrar-se da multiplicidade, é preciso voltar a ser simples e saber distinguir o necessário do útil e do supérfluo. Ninguém melhor do que o autor da Didactica Magna para nos ensinar isso.
Mais que um manual, trata-se do testamento espiritual de um sábio e homem de Deus, escrito com a tinta indelével do ensinamento universal, para todos os que buscam a verdade.

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